quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Filme da investigação do MUFON em Stephenville

Tradução: Milton Dino Frank Junior

Investigadores do MUFON se reuniram em Dublin no sábado dia 19 de janeiro de 2008 para investigar várias testemunhas do avistamento OVNI, a fim de verificar o que realmente aconteceu no dia 8 de janeiro de 2008 em Stephenville no Texas.

O diretor do MUFON Ken Cherry disse definitivamente que o grupo sabe que algo está acontecendo em Stephenville e ajudou pessoalmente vários investigadores do MUFON a entrevistar mais de trinta testemunhas separadamente.

Vejam o filme:

Por quê a Ufologia não é reconhecida como ciência?





A Ufologia é um estudo que vem se desenvolvendo à muitos e muitos anos.

Verificamos que é uma pedra no sapato de cientistas, pesquisadores de outras areas e principalmente do fator religião. Notamos que apesar das evidências, muitas instituições e a própria mídia vem escondendo fatos que não podem nem devem ser mais escondidos. Perguntamos a essas pessoas porque o mêdo de encarar fatos que não podem ser mais varridos para debaixo do tapete? Porque não admitir a realidade dos acontecimentos, e não rotular o fenômeno como fraude, balões meteorológicos, coisas do demônio, e outras infantilidades.

Acredito que chegou a hora de admitirmos que não somos os únicos nesse universo grandioso. A realidade é que determinadfas pessoas não estão preparadas para o fenômeno. Isto inclui desde a forma como determinadas pessoas foram criadas, os tipos de conhecimento que tiveram acesso, e acima de tudo o mêdo hereditário de afetar um Deus que nos vigia 24 horas do dia.


Há 50 anos, os governos das maiores nações do mundo sabem que os UFOs existem. Desde então, os EUA mantêm projetos secretos de pesquisas com orçamentos milionários, que analisam as constantes visitas dessas naves.

O fenômeno UFO é coisa muito antiga, e não vai ser qualquer tipo de pressão que vai eliminá-lo de nossas vidas. Os cientistas e estudiosos querem levar o fenômeno UFO para o laboratório, mas tal situação não se submete a esse tipo de coisa. A ufologia é um assunto além de ser controverso, é muito estranho até para quem o estuda, pois dentro dêle existem variantes que incluem outros fenômenos inexplicados, como a Parapsicologia, o Espiritualismo, a Física, a Psicologia, e outras ciências que procuram levantar uma hipótese viável para explicar o fenômeno, que por sua vez é inexplicado.

A Ciência pressupõe métodos ortodoxos, a afirmações e confirmações somente através de Teoria, que é a verdade comprovada, matemáticamente ou empíricamente mas sem deixar margem para dúvidas. Se existe a dúvida, continua como hipótese. No momento atual, com as mais diversas correntes de pensamento dentro da Ufologia, ela se torna muito rica, mas nunca ciência no sentido de ciência exata.


Acredito que por vários tipos de pressões, sendo que uma das maiores sérias, a religiosa. Não apenas a igreja católica, mas a maioria.


Claro que os interesses políticos também são importantes (talvez até mais), pois quem tem tantas informações e fatos escondidos não pode querer que se aprofunde pesquisas em torno desse assunto. Torna-se, então mais fácil e eficiente atacar e ridicularizar aqueles que se esforçam em saber a verdade.


O último aspecto que quero abordar é a (infeliz) existência de charlatões que fraudam provas e acabam prejudicando aqueles que são sérios e honestos buscadores da verdade.


A Ufologia, de uma certa forma, é uma investigação do gênero policial, mas do ponto de vista estritamente científico, sua "prática" não pode ser enquadrada como uma "Ciência". Ela é tão somente uma frente de investigação contra o ocultamento de certos fatos por parte de setores governamentais — com a anuência de outros setores a quem também este ocultamento interessa política e ideologicamente — e que não só pode como deve valer-se das mais diversas disciplinas científicas para fazer suas provas e fundamentar sua denúncia perante a academia, a sociedade civil organizada e a opinião pública em geral.


A Ufologia é um movimento internacional contra o boicote extra-oficial ou oficioso em relação à presença de alienígenas na Terra e sua estreita relação com as nossas próprias origens e processo evolutivo em curso.


Outro problema, é o conjunto de técnicas organizadas e necessárias para se chegar a um resultado, não foi ainda definido ou não está totalmente organizado pelos que a estudam, nem possui a metodologia técnico/cientí fico necessária, para definir o que é ou não a base do seu estudo, as aparições, os fenômenos.


Não há métodos padronizados de pesquisa amplamente utilizados, cada grupo ou mesmo pesquisador usa métodos próprios de pesquisa.


Além disso, a impossibilidade de reproduzir um grande número dos fenomemos registrados, leva a não aceitação destas conclusões como científicas, no sentido real do termo. A falta de credibilidade dos testemunhos, muitas vezes induzidos de forma subconsciente pelos entrevistadores ou influenciados pela mídia, leva a frequente inutilização deste tipo de prova.


Portanto, a Ufologia nunca será uma ciência, mas sempre uma atitude de cidadania onde cidadãos organizados pressionam de alguma forma o governo e o sistema em busca da conscientizaçã o da sociedade para esta realidade oculta mas que de alguma forma a afeta


Fonte: Ufologia e Ciência

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Um vídeo de vários ovnis

A seguir, uma compilação das melhores aparições de OVNIS consideradas reais e mixada em um vídeo


A Lua que nós não vemos !

Não é de se admirar que mais uma evidência nos tenha sido omitida. A foto exibida abaixo nos mostra um pequeno segmento do lado oculto da lua e que já foi fotografado exaustivamente pela NASA, que como era de se esperar, deixou ao conhecimento do público apenas o que não viesse comprometer a sua idoneidade como agência responsável por nos revelar tudo o que se passa no campo da pesquisa espacial.


Clique na foto para aumentar.

Faça seu comentário.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Novas fotos de Ufo

As 4 fotos abaixo foram enviadas pelo amigo Antonio Carlos
*UFO no topo do morro do Cambiréla, em Florianópolis SC - Br*


Clique nas imagens para amplia- las.











Fonte: Portal Ufo Net

A Influência da ufologia no psiquismo .

É irônico ouvirmos uma indagação do tipo " você acredita em discos voadores ? " , postulada como se o tema fôsse absurdo. Tal expressão causa ainda mais indignação quando vem acompanhada da afirmação de que " essas coisas não existem ! "

Claro que uma declaração destas é revoltante , além de ser cansativo e pouco animador discutir com aqueles que se fecham em sua ignorância. Apesar de acreditar na necessidade de um importante processo de conscientização da população em geral quanto ao assunto, e desses desinformados em particular vejo que é contra producente manter um diálogo com base nestes argumentos - a crença e a descrença no fenômeno UFO.

Ora , ufologia não é assunto de crenças pessoais , mas de informação . Por isso, aos contendores que insistem em manter sua posição do que o assunto é algo insensato , basta que se pergunte : qual é seu conhecimento de ufologia e o que lhes permite emitir uma opinião como essa ?

Verifica-se que quase sempre a resposta está alicerçada numa surpreendente ignorância do assunto, quando muinto em conhecimentos superficiais. Isso é compreensível, pois boa parte dessas pessoas apresenta estreita indagação sobre a vida e o universo, dos quais muintos poucos sabem. Estão presas em seus condicionamentos materialistas e não tem tempo ou ânimo para pensar em coisas que consideram besteira , como o fenômeno dos discos voadores. Ou seja é mais comum a postura de desacreditar e até minimizar a impoutancia do trabalho dos ufológos, e não raro ironiza-los , zombando dos pesquisadores do assunto- sem perceber que estão rindo da própria ignorância, ao invéz que arregaçar as mangas e pôr-se num processo de investigação da ufologia.

O compléxo universo da mente humana, especialmente no que se refere à influência do fenômeno UFO em nosso psiquismo. Como afirmou o psiquiatra suíço e fundador da escola analítica de psicologia , Carl Gustav Jung, "... os UFOs não devem ser estudados apenas como objétos voadores não indentificados , mas também como um fenômeno que interfére no universo psicológico dos homems .

até....... A.C.D

Ufólogos visitam F.A.B -Vídeo com avistamentos

FAB Sempre Colabora Quando querem















sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

1997: Queda do avião Tucano da FAB

Vídeo mostra um OVNI passando muito perto do avião Tucano da "Esquidrilha da Fumaça". O objeto pode ter sido o causador do acidente.

O piloto consegue desviar o avião na direção do mar e aciona a cadeira ejetável. Apenas 3 segundos antes do avião se espatifar.


Os perítos da aeronáutica não sabem com explicar o acidente. Os aviões Tucano são fabricados para suportar as manobras, a manutenção é quase que obsessiva e no momento em que a asa se soltou, o capitão Barreto, estava começando a subir.


A pressão sobre o aparelho era apensa de 3 vezes a força da gravidade. O Tucano suporta 11 vezes a força da gravidade! Foi um acidente inédito em 44 anos da "Esquadrilha da Fumaça". 5 segundo antes do acidente um OVNI passa pelo Tucano em altíssima velocidade.


O Cap.Barreto estava na Base Aérea de Fortaleza e a pedido do programa Fantástico assistiu as imagens que aparecem o OVNI.

Cap.Barreto diz que durante o vôo não viu o objeto passar por ele. Um dos entrevistadores pergunta: "Na sua opinião, o que seria isso aí? "

"Olha... é um mistério... Eu realmente não consigo explicar.

A velocidade que ele passa é uma velocidade MUITO alta. E interessante também... o tamanho dele. É um tamanho pequeno né? Em relação ao todo da aeronave, que a gente pode observar. O comprimento da aeronave são de 10 metros. O Objeto, se comparado com o tamanho da aeronave, é bastante pequeno."

O Cap.Barreto diz que em 17 anos de carreira nunca tinha visto nada parecido com isso. "É realmente um mistério a ser estudado, quem sabe?! "



O ufólogo Reginaldo de Athayde processou as imagens do objeto no computador e concluíu que trata-se de um objeto realmente metálico, que reflete a luz do sol exatamente como o avião, desenvolve uma velocidade superior a 5 vezes a velocidade do avião.

Deve medir aproximadamente 90 centímetros a 1 metro de diâmetro e objetivava realmente passar muito perto do avião. Deveria estar a uma velocidade entre 1200 a 1500 KM/H. Passou aproximadamente 2 metros da asa do avião.

O capitão Siqueira, coordenador da "Esquadrilha da Fumaça" diz que houve "fadiga no material das ferragens de suporte". Todos os aviões da frota receberam reforços e já voltaram a fazer vôos de treinamento.

Com relação a imagem do estranho objeto que aparece perto do Tucano o capitão Siqueira foi seco: "Não tenho elementos para falar sobre isso".


Fonte
Programa Fantástico
23/02/1997 . Reportagem de Luiz Petry

Ao concluir sobrevôo, sonda observa lado desconhecido de Mercúrio

17/01/2008 - 08h27

Ao concluir sobrevôo, sonda observa lado desconhecido de Mercúrio

Até agora, planeta só tinha sido visitado por uma espaçonave, a Mariner-10.
Antes da missão da Messenger, apenas 58% de sua superfície havia sido mapeada.
Do G1, em São Paulo

Imagem obtida pela sonda Messenger mostra parte da superfície não-mapeada de Mercúrio (Foto: Nasa)

Mauro de Rezende
GUCIT - Grupo Ufológico Cidade Tiradentes
EXO-X
Cel: (11) 9361-6309
Res: (11) 6964-2433
mauroderezende@ yahoo.com. br

http://br.groups. yahoo.com/ group/UFOVOE

Uma noticia Alvissareira

O lançamento de uma espaçonave ( seria mesmo?), ocorrido há tempos atrás , na Rússia , que ainda irá revolucionar a tecnologia na construção de veículos espaciais .

Melhor será rogando permissão , transcrever abaixo a matéria publicada pela revista "Isto É " , N0- 1863, de 29 de junho de 2005, que nos proporciona, por completo, qual propósito move o sonho acalentado pelos cientistas envolvidos no projéto. " Veleiro Cósmico - O projéto era romântico: Uma nave movida pelo vento do sól , capaz de vagar pelo universo sem reabastecer. Protótipo dos futuros veículos interplanetários , o Cósmos I tinha 50 kg , 8 painéis em formato de velas e foi idealizado pela Sociedade Planetária , que teve entre seus fundadores o escritor Carl Sagan.

O projeto de U$ 4 MILHÕES foi bancado por varias ONGs, pelo pelo centro Espacial lavochkin , de Moscou, e enviado ao espaço por um foguete Rússo. Mas após algum tempo, autoridades da Rússia eram um luto só : depois de muinto relutar , enfim anunciaram que o veleiro solar perdeu-se na imensidão do espaço e numca mais conseguiram algum contato?

Opinião: cá pra nós será que os ETs , não pegaram este trambôlho p'ra fazer um ventilador de této ? rsrsrsr

Ilustração do veleiro solar Cosmos 1, lançado em 2005 pela Sociedade Planetária e perdido por falha do foguete

Arquivo da Isto É:

Veleiro cósmico
O projeto era romântico: uma nave movida pelo vento do Sol, capaz de vagar pelo Universo sem reabastecer. Protótipo dos futuros veículos interplanetários, o Cosmos-1 tinha 50 quilos, oito painéis em formato de vela e foi idealizado pela Sociedade Planetária, que teve entre seus fundadores o escritor Carl Sagan. O projeto de US$ 4 milhões foi bancado por várias ONGs, pelo centro espacial Lavochkin, de Moscou, e enviado ao espaço por um foguete russo. Na semana passada, as autoridades da Rússia eram um luto só: depois de muito relutar, enfim anunciaram que o veleiro solar perdeu contato com a Terra.

O Avistamento de Shag Harbor

Texto e Pesquisa:Shimada Coelho
Um evento extraordinário ocorrido em 1967 faria a pequena comunidade de Shag se destacar no mapa canadense. Localizada no extremo sul da Nova Escócia, é uma pequena comunidade pesqueira banhada pelo oceano. Ela causou grande comoção dos Militares e da imprensa ao ser palco de um dos maiores casos de avistamentos de Ufo ocorridos nos últimos anos, devido a quantidade de testemunhas, arquivos sobre o caso, registros pela imprensa, relatos envolvendo militares e civis.

Na verdade, Shag é um porto que nem era visto nos mapas. Mas, depois do ocorrido, ganhou destaque mundial e o episódio presenciado iria mudar a história do lugar.

Como qualquer cidade que vive da pesca, Shag sempre teve também suas lendas: histórias de serpentes gigantes, Lulas devoradoras de pessoas e navios fantasmas. Mas, seus habitantes mal podiam imaginar que em breve iria acrescentar a esta lista de histórias de pescadores um relato surpreendente: a visita de um objeto voador misterioso e de origem desconhecida de todos.

Era a noite de 4 de Outubro de 1967. As testemunhas se encontravam em pontos diferentes, mas avistaram o mesmo objeto voando em direção ao mar.

Cinco jovens seguiam de carro pela estrada quando avistaram sobre as árvores quatro luzes

Amarelo alaranjado que pareciam enfileiradas e piscava em seqüência.Tiveram a impressão que seguia o carro, mas em determinado ponto, as luzes em um ângulo de 45º mergulharam rapidamente em direção as águas.

Próximas ali, outras pessoas também avistaram as mesmas luzes voando em direção ao oceano. As testemunhas foram surpreendidas com as luzes que não mergulharam nas águas, mas mantiveram -se na superfície.

Algumas testemunhas relataram que viram um objeto passando por cima delas após um som elétrico e agudo. Com isso, concluíram ser um avião em queda. Essa hipótese se espalhou rápido entre as testemunhas, e uma delas procurou por um telefone na estrada e entrou em contato com a RCMP -sigla da Polícia Montada Real do Canadá.

Ao atender a ligação, o agente de policia presente percebeu na voz de um jovem muito agitado. Pedindo calma, perguntou ao rapaz o que ele havia bebido.O rapaz disse que nada e relatou com detalhes o que havia presenciado e pediu pela presença policial, deixando sua localização: a passagem de Barrington. O agente anotou todos os dados, mas ignorou o pedido. Logo em seguida, outros moradores ligaram narrando o mesmo episódio e diante disso o policial foi de imediato ao local.

Coincidentemente, um outro policial já havia avistado as mesmas luzes, que ao observa -las concluiu que as quatro luzes faziam parte de um mesmo objeto e calculou aproximadamente seu tamanho: 60 pés de comprimento.

Ao chegar ao porto, eram o total de 16 civis presentes avistando o objeto sobre as águas. De repente, o objeto piscou e desapareceu. Estava a uma certa distância e não foi possível saber se ele havia partido em vôo ou submergido nas águas. Alguns acreditando se tratar da possível queda de um avião, sugeriram o uso de barcos para buscar os destroços e vítimas.

A Guarda Costeira foi alertada e com a ajuda de outros barcos iniciou -se uma busca. Com o uso de lanternas, as pessoas à bordo cruzavam as luzes para melhor visualização. O farol da ilha de MacNutt’s foi ativado para auxiliar nas buscas. Nenhum destroço nem vítima foram encontrados.

Mas encontraram uma espuma alaranjada que refletia uma luz, mostrando que algo estava submergindo ali. Uma das testemunhas tentou pegar uma amostra da espuma, mas ela dissolvia -se. Aos poucos, a espuma que flutuava nas águas foi desaparecendo.

Eram 03:00 a.m quando deram por encerradas as buscas. Não havia mais nada para procurar.Em terra, o RCMP fez uma verificação com o Centro de Coordenação de Salvamento em Halifax e o radar em Baccaro, Nova Escócia. Informaram que não houve naquela noite nenhum incidente com aviões, nenhum pedido de ajuda ou resgate -nem com aviões civis, nem militares.

No dia seguinte, o centro de Coordenação de Salvamento arquivou um relatório com as matrizes canadenses das forças em Ottawa. Esse relatório indicou que algo desconhecido havia colidido nas águas do Porto de Shag. Mergulhadores militares de Granby, cidade canadense da província de Quebec estiveram no local para novas buscas. O que levantou duvidas dos moradores, foi que os mergulhadores fizeram uma inspeção com aparelhos comuns de mergulho e usando lanternas. As águas do porto produzem grande quantidade de algas e plâncton dificultando a visibilidade. Os mergulhos seguiram -se por dias, sendo registrados pela imprensa local, mas sem nenhum resultado.

A população local se mostrava insatisfeita, pois a Marinha não informava absolutamente nada sobre as buscas nem sobre o episódio, e a história do ruído elétrico desapareceu do mesmo modo como surgiu.

Aos poucos, começaram as especulações sobre o ocorrido. Houve até pessoas que disseram ter visto os mergulhadores levar a bordo do barco algo 'embrulhado'. Que tinham encontrado algo que foi omitido propositadamente. Foi então que surgiu a possibilidade do objeto avistado ser um Ufo.

Em 1993, depois deste fato ter permanecido em papéis arquivados e nos noticiários, foi proposta uma teoria de que um avião russo estava sobrevoando a região e colidiu justificando a suposta presença de um submarino russo no local. Também havia rumores que os americanos estariam dando continuidade as investigações sobre esse episódio, mas não havia nenhuma confirmação oficial por parte dos Estados Unidos.

Logo, o incidente do Porto de Shag teria uma reviravolta com a presença de Chris Styles investigador da MUFON (The Mutual UFO Network). Ele ficou tão intrigado com o caso que decidiu procurar por mais detalhes. Styles encontrou o nome das testemunhas originais nas notícias dos jornais na época do incidente, podendo então entrevista -las. Com o auxílio do também investigador da MUFON, Doug Ledger, Styles descobriu algumas evidencias extremamente importantes em suas entrevistas.

Descobriram que quando os mergulhadores de Granby terminaram seu trabalho, o caso não havia terminado. Os mergulhadores e outras testemunhas relataram estes eventos:

- O objeto que mergulhou nas águas do porto tinha saído logo da área de Shag, viajando por baixo d'água para aproximadamente 25 milhas para um lugar chamado Government Point, que esta perto de uma base submarina detectada.

- O objeto foi captado no sonar pela base submarina, e as embarcações navais foram posicionadas sobre ele. Após dois dias, as forças armadas planejavam uma operação de salvamento, quando um segundo UFO juntou -se ao primeiro. A opinião comum era naquele tempo que o segundo objeto tinha chegado para render o dae (dispositivo automático de entrada) ao primeiro.

- Em entrevista a um dos mergulhadores e de posse de algumas informações de arquivos, foi revelado que a Marinha já sabia da existência da nave.

Styles ainda descobriu que as Forças Armadas já estavam acompanhando o objeto que foi avistado primeiramente em Shelburne, partiu em direção ao porto quando pousou nas águas de Shag Harbor.
A nave, depois de avistada em Shag Harbor teria partido logo em seguida de volta para Shelburne onde foi avistado antes e acompanhado pela Marinha. Os militares mantiveram o foco das atenções da população e da imprensa em Shag para despistar de olhares curiosos a perseguição ao objeto.
Enquanto isso, a Marinha decidiu esperar e observar de longe. Após aproximadamente uma semana monitorando os dois Ufos, algumas embarcações foram chamadas para verificar um possível submarino russo que estaria entrando em águas canadenses.

Foi então que os dois objetos embaixo d'água começaram a movimentar -se. Fizeram uma manobra no Golfo de Maine, enquanto os barcos da Marinha os perseguia a distancia. De repente, quebraram a superfície das águas emergindo e dispararam em direção ao céu desaparecendo. Mas, segundo as descobertas de Styles, o objeto fez a manobra e retornou de onde foi visto pela primeira vez: Shelburne. E que o segundo objeto avistado abaixo das águas chegou em socorro à primeira.

Estes eventos extraordinários corroboraram com muitas testemunhas -civis e Forças Armadas.

Infelizmente, os relatórios foram dados como 'sem registros', os Ex -Militares da época temeram perder suas pensões, e as testemunhas civis temeram serem expostas ao ridículo e terem invadido a privacidade.

O evento de Shag Harbor possuiu um lugar muito importante nos estudos sobre fenômenos Ufo.

Não resta dúvidas de que algo 'desconhecido' visitou as águas do Porto de Shag em 04 de Outubro de 1967.

Matéria de capa do site: APOVNI

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Força Aérea argentina investiga aparição de ovni

A Força Aérea argentina investiga a aparição de um objeto voador não identificado (ovni) denunciada por um operador de tráfego aéreo e por centenas de moradores da cidade de Río Cuarto, na província de Córdoba, região central da Argentina. As informações foram passadas à Agência Efe por fontes militares, que também anunciaram ter pedido a colaboração da Comissão Nacional de Atividades Espaciais da Argentina (Conae).
Caso necessário, especula-se que a Agência Espacial Americana (Nasa) também pode ser convocada para analisar o caso. Os porta-vozes confirmaram que a Força Aérea Argentina não registrou a aparição do ovni na noite de segunda-feira.

O operador viu um estranho objeto luminoso que não respondeu a seu pedido de identificação e que desapareceu do seu campo de visão depois de sobrevoar a região do aeroporto de Río Cuarto, cidade que fica a cerca de 700 quilômetros de Buenos Aires. Centenas de moradores entraram em contato com emissoras de rádio e de televisão para avisar da aparição do ovni.

O porta-voz da Força Aérea em Río Cuarto, Carlos Oyola, declarou que não houve registros de vôos civis ou militares no momento em que o objeto foi visto. Oyola disse à imprensa local que o ovni também não correspondia a uma aeronave convencional, nem a um dos satélites que costumam ser vistos na região.

As fontes da Força Aérea Argentina disseram hoje que Oyola não pode admitir oficialmente a aparição do ovni porque ainda é necessário investigar o ocorrido. Acrescentaram que o objeto pode se tratar de um globo ou sonda de pesquisa meteorológica ou talvez de um fenômeno atmosférico, motivo pelo qual foi pedida a colaboração da Conae.

EFE

Caso Varginha: Final

Telefonemas ameaçadores

O capitão Alvarenga, que havia substituído o major Maciel no comando do Corpo de Bombeiros da cidade, logo após dar uma entrevista, teve o mesmo destino dos militares de baixa patente citados por Pacaccini em nossa reunião de 04 de maio. Isso para não falarmos das ameaças veladas, através de misteriosos telefonemas, que os principais investigadores do caso receberam – algo da maior gravidade, que nunca havia sido publicado antes e que agora divulgo contra a vontade expressa do amigo Ubirajara, o único de todos os ufólogos envolvidos com o episódio que reside em Varginha.

Os telefonemas eram feitos por pessoas ainda não identificadas, que tinham a clara intenção de intimidar os pesquisadores. Outra coisa que não havia sido divulgada antes é que os ufólogos Ubirajara e Pacaccini foram convidados e compareceram na ESA para prestarem depoimentos, onde garantiram que continuariam a defender a realidade do caso. Ubirajara, inclusive, informou aos militares que, tanto este autor quanto Claudeir Covo, estávamos prontos a fazer o mesmo se fôssemos convidados – ou intimados. Mas, por motivos que desconhecemos, isso não foi considerado necessário e nunca fomos chamados. As tentativas de suborno de testemunhas, a perseguição e pressão às mesmas, ameaças e prisões e a morte trágica de Marco Eli Chereze – que não chegou a conhecer suas duas filhas –, nada disso é piada ou motivo para programas humorísticos.

Em face disso tudo, acredito que seja hora de assumirmos de maneira definitiva o objetivo de nossas vidas. Fazemos parte de um movimento iniciado há muitos séculos, que busca algo bastante simples, mas capaz de mudar a história de nossa civilização: a verdade. Muitos morreram por ela e mantiveram acesa sua chama. Giordano Bruno, queimado vivo pela Santa Inquisição por declarar a existência de outros mundos habitados, continua entre nós, enquanto seus algozes mergulharam na escuridão e esquecimento. Metaforicamente falando, estamos ainda hoje construindo um alto edifício, e mais cedo ou mais tarde alguém poderá chegar ao último andar a partir de novas testemunhas que forem surgindo. Certamente, sua visão do caso será mais completa do que a que temos hoje. O importante, no entanto, é continuarmos acreditando na força das evidências, e percebermos que existe um sentido maior em toda a trama formada pelo quebra-cabeça representado pelo Caso Varginha e pela Ufologia em geral. Essa trama envolve testemunhas, contatados e pesquisadores, e por mais que ainda não se dê conta, nossa própria humanidade.


Posição de independência

É hora de nossas Forças Armadas assumirem definitivamente uma posição de independência em relação à política mundial de acobertamento, hoje sob o comando exclusivo dos interesses norte-americanos, e desenvolverem uma política própria de preparação de nossa população quanto à realidade do Fenômeno UFO. É hora de o Governo Federal dar um passo à frente e se juntar ao Chile e Uruguai, apenas para citar nações de nosso continente, assim como o México e reconhecer a importância do tema para a sociedade. E é isso que os ufólogos brasileiros querem pedir através da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, que a Revista Ufo promove. Estamos nos aproximando de algo extremamente importante para todos nós, que mudará de maneira definitiva nossa história, nossa visão do universo, da vida e, sobretudo, nosso destino como humanidade.

Fonte: Ufo

Caso Varginha V

Isolamento e morte

Um dos Palcos dos Acontecimentos
é a estrada que liga Varginha à Rodovia Fernão Dias, acompanhada pelo Rio Verde. Em várias fazendas ao longo do trajeto os moradores testemunharam estranhos fatos antes e depois das capturas

Somente quando o Caso Varginha completou um ano, em 20 de janeiro de 1997, após denunciarmos publicamente o acobertamento de mais esta grave peça do quebra-cabeça, em meio a uma reunião com a imprensa, é que a família, o delegado e os pesquisadores envolvidos tiveram acesso ao laudo. Segundo seu conteúdo, Chereze morreu em virtude de uma infecção generalizada em seu organismo. O policial teria chegado em casa, numa certa noite após a captura da criatura, sentindo fortes dores nas costas. Ele começou a apresentar um processo gradativo de paralisia, além de febre. Devido ao agravamento de seu estado, acabou sendo levado para o Hospital Bom Pastor, onde ficou praticamente isolado da família, permanecendo internado por vários dias. Seus familiares – em especial sua irmã Marta Antônia Tavares, que ia com mais freqüência ao hospital – não conseguiam entrar em contato sequer com o médico responsável pelo tratamento de Chereze, e muito menos descobrir qual era sua doença.

Poucos dias depois de sua internação, o soldado foi finalmente transferido para o Hospital Regional do sul de Minas, também em Varginha, exatamente o mesmo para onde ele próprio teria levado, na noite de 20 de janeiro, a criatura que capturou. Chereze foi levado diretamente para o Centro de Tratamento Intensivo da instituição, onde veio a falecer exatamente às 11h00 do dia 15 de fevereiro – 26 dias após seu envolvimento com o ser extraterrestre. Apesar de terem sido feitos todos os testes e exames possíveis, em busca de um diagnóstico, a verdade é que isto não foi conseguido a tempo, como declarou o próprio delegado que presidia o inquérito, em seu relatório ao juiz. Simplesmente, os médicos que trataram Chereze não sabiam como combater a doença que ele tinha.

Depois que divulgamos detalhes a respeito de sua morte à imprensa presente na reunião que marcou o primeiro aniversário do caso, o comando da Polícia Militar de Minas Gerais desmentiu imediatamente os fatos aqui publicados – inclusive que Chereze estivesse de serviço na noite do dia 20 de janeiro. Isso apesar da família declarar o contrário com veemência. Nesse ponto da narrativa, é importante lembrarmos que foi justamente a criatura encontrada e capturada pelo policial que também saiu morta de tal encontro, após vários dias de internação num outro hospital da cidade, o Humanitas. Haveria alguma ligação entre esses óbitos? E o que dizer dos animais que faleceram no zoológico de Varginha, nos dias que precederam o avistamento de uma terceira criatura? De que maneira fazem parte dessa trama? São questões para as quais ainda não temos respostas. Parece claro para este autor, entretanto, que a morte de Chereze pode ter se transformado na peça menos controlável e mais perigosa do processo de acobertamento imposto pelos militares da ESA e do Exército brasileiro.



Pressões e manipulações

Oito anos já se passaram desde que algo muito significativo aconteceu no espaço aéreo do sul de Minas Gerais, culminando com o Caso Varginha. Não sabemos ainda se o que ocorreu foi o acidente de um UFO ou se aquela nave que transportava as criaturas posteriormente capturadas fora atingida ou atacada por nossas Forças Armadas. Desde 1996, quando estive pela primeira vez na cidade, percebi que estava diante de algo verdadeiramente singular. Conheci testemunhas civis e militares que, de uma maneira ou de outra, continuam a ser as maiores evidências dessa história. Além dos militares que entrevistei, há a sóbria narrativa de Liliane e Valquíria e sua mãe, dona Luísa Helena, que chegaram a receber visitas misteriosas e propostas de suborno para se calarem e desmentirem tudo que já haviam dito. Elas teriam que fazer uma única coisa: renegar a realidade do acontecimento mais marcante de suas vidas. Mas não o fizeram, mesmo sabendo que isso poderia representar uma ajuda material substancial.

A atitude de denúncia tomada pela família é mais um exemplo para aqueles que ainda acreditam na qualidade do ser humano. Dinheiro não compra a dignidade de todo mundo. E tal como as irmãs refutaram a tentativa de suborno, também sua amiga, que viu a segunda criatura junto delas, não poderia deixar de ser destacada nesta matéria. Kátia Xavier é uma mulher honesta, que resistiu às pressões mais fortes que seriam aplicadas nas testemunhas, para que o caso fosse destruído. Fui testemunha do drama vivido por todas essas pessoas.

Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o destaque que as testemunhas receberam da mídia e a aparente fama que conquistaram mudaram suas vidas e as abalaram extremamente. Certa vez, por exemplo, acompanhei Kátia durante uma entrevista para um canal de tevê norte-americano. Enquanto era obrigada a relatar mais uma vez a história, ela chorava de tristeza ao ver sua vida particular desmoronar como resultado de sua dedicação à verdade. Estive pessoalmente no local da queda indicado por Carlos de Souza, participando da busca por possíveis fragmentos que pudessem milagrosamente ter escapado do processo de recolhimento que os militares empreenderam na área. Eu e os demais ufólogos não encontramos nada, a não ser sinais de que o terreno havia sido revolvido e duas marcas deixadas por algum tipo de veículo ou guindaste.



Uma tragédia familiar


Conheci mais recentemente a viúva de Marco Eli Chereze e suas filhas, personagens que agregam um valor particularmente dramático à história do Caso Varginha. Quando observamos o episódio no ângulo dos envolvidos, vemos que ele engloba uma tragédia familiar e acordamos para o fato de que já é hora de percebermos que as vítimas desse caso não estão apenas de um lado da história. Por mais que fossem diferentes de cada um de nós, as criaturas capturadas em Varginha são fruto de um processo evolutivo semelhante ao que nós tivemos, que aparentemente se alastrou pelo universo. Os seres recolhidos pelo Exército tinham, tal como nós, pernas, braços, tronco e cabeça. Não eram monstros de tentáculos semelhantes a polvos, nem tinham garras como caranguejo, tipos tão propalados em filmes de ficção científica hollywoodianos.

Mas se muito já sabemos sobre o caso, tenho a clara percepção, da mesma maneira que os parceiros ufólogos Ubirajara Rodrigues e Claudeir Covo, que provavelmente não temos conhecimento sequer de 30% de toda a história. Cada uma de nossas principais testemunhas militares, por exemplo, tinha conhecimento apenas dos fatos em que esteve envolvida diretamente. Dentro da Escola de Sargentos das Armas, a instituição militar que comandou as operações no sul de Minas, era proibido falar no assunto – a desobediência seria punida com prisão sumária do infrator. A maior parte de seu contingente nunca travou contato com as informações sobre o caso, que estavam em poder unicamente do comando da instituição. O assunto atingiu um nível de segurança tão elevado que manobras de acobertamento foram coordenadas por membros da inteligência do Exército, durante as próprias operações. Uma das coisas mais difíceis do Caso Varginha era que a verdade tinha que ser encoberta não só da população, mas também do maior número possível de militares da própria ESA.
Vários oficiais de alta patente detinham controle das informações, provavelmente aqueles 70% que os ufólogos nunca conseguiram obter, apesar de seus esforços. O general-de-brigada Sérgio Pedro Coelho Lima, comandante da instituição, controlou o fluxo de dados com mãos de ferro, apesar de uma visível inaptidão para lidar com a imprensa.

Alguns de seus auxiliares diretos também estariam envolvidos nas manobras de acobertamento de informações, que incluem repressão aos militares de forma geral. Outro militar de alta patente envolvido com os episódios no sul de Minas é o sub-comandante da ESA na época dos fatos, coronel João Luiz Penha de Moura, cuja identidade apenas raras vezes foi relacionada ao caso. Até então, os ufólogos não tinham ligado seu nome à captura de seres extraterrestres na região. Enquanto muita gente ainda acreditava que o Caso Varginha fosse algo cômico e motivo de piada, como caracterizou o episódio do programa Casseta & Planeta, pessoas estavam sendo pressionadas, ameaçadas e até presas – e não apenas ao que se refere ao episódio de 05 de maio, já relatado.




Caso Varginha IV

Aliens alvejados com fuzil

Segundo este fotógrafo me confidenciou, num determinado dia o comandante lhe confirmou que a história era realmente verdadeira e que, em termos gerais, não diferia muito do que a própria imprensa havia divulgado através dos pesquisadores. Ainda de acordo com o rapaz, Maciel teria dito que, se ele passasse aquela informação para terceiros, o bombeiro evidentemente negaria. Além dessa nova peça no quebra-cabeça, outros dois depoimentos agregaram mais tempero ao caso, o de um militar reformado e o de um civil.

De acordo com eles, por volta das 14h00 de 20 de janeiro, membros do Exército fizeram uma busca numa mata situada entre os bairros Jardim Andere e Santana. Foram ouvidos dois tiros e em questão de segundos os militares saíram da mata.
Dois deles estavam carregando sacos de campanha, dentro de um dos quais havia algo que se movia, enquanto, no segundo, apesar de conter alguma coisa do mesmo tamanho, não foi notado movimento. Alguns pesquisadores sugerem que mais duas criaturas foram localizadas e capturadas, talvez atingidas pelos disparos. Mas ainda não existem evidências definitivas que permitam essa interpretação.

De qualquer forma, por volta das 20h00 daquele dia, dois policiais militares do serviço de inteligência localizaram e capturaram outra criatura, também
entorpecida e no mesmo bairro da cidade. Tudo parece indicar que este segundo ser foi o mesmo que havia sido visto na tarde daquele dia por Liliane, Valquíria e a amiga Kátia. Alguns dos aspectos mais importantes do Caso Varginha estão relacionados a este ser que, segundo os depoimentos, foi conduzido após a captura para o Hospital Regional do sul de Minas, situado no centro da cidade, e horas depois transferido para o Hospital Humanitas, onde acabou por falecer. Segundo testemunhas civis e militares, todos os esforços foram efetivados para mantê-lo com vida.

Além da testemunha que conheci pessoalmente, cuja gravação do depoimento em vídeo fui o responsável, Ubirajara e Pacaccini conseguiram outro relato, também gravado em vídeo, sobre esse aspecto do caso.
O depoimento foi prestado por outro soldado do Exército, que também participou do comboio responsável pela retirada da criatura da cidade. Através dessa fita, pudemos ver que o militar estava visivelmente abalado com o que presenciara. Falando claramente, nunca vi um rosto expressar tanto pavor. Como outras, essa testemunha militar também estava visivelmente aterrorizada e não fez questão alguma de esconder isso em seu depoimento aos ufólogos.

Tais militares
descreveram as criaturas da mesma maneira que Liliane, Valquíria e Kátia, dando ainda mais credibilidade aos depoimentos civis. Confirmaram a participação na operação de retirada da criatura do Hospital Humanitas, entre outros soldados, o capitão Ramirez, o tenente Tibério, o sargento Pedrosa, os cabos Vassalo e Welber, e o soldado De Melo. Estava ainda presente, segundo nossas fontes militares, no interior do próprio hospital, o tenente-coronel Olímpio Vanderlei Santos, que comandou as operações.


Envolvimento de Badan Palhares


Segundo fatos levantados pelos ufólogos, esta segunda criatura também foi conduzida, tal como a primeira, para a Escola de Sargentos das Armas. E na madrugada de 23 de janeiro ambas teriam sido levadas por um outro comboio para a cidade de Campinas (SP).

Após passarem pela Escola Preparatória de Cadetes do Exército, foram transferidas para a Universidade de Campinas
(Unicamp), onde pelo menos uma delas foi entregue ao médico legista Fortunato Badan Palhares.

Mas apesar de termos duas testemunhas civis que garantem inquestionavelmente o envolvimento de Palhares, ele continua negando publicamente qualquer forma de envolvimento com a história, o que não pode ser considerado uma surpresa.

Com o passar de algumas semanas, outras criaturas apresentando os mesmos aspectos foram aparentemente encontradas por civis, em diferentes pontos da região. A primeira delas foi detectada pela senhora Terezinha Gallo Clepf, esposa de um dos políticos mais conhecidos da região, durante uma festa realizada no Restaurante Paiquerê, que fica dentro do Zoológico de Varginha, na noite de 21 de abril. Dona Terezinha informou que a criatura apresentava olhos grandes de cor avermelhada, aparentemente sem pupilas e luminosos. Sua boca não passava de um pequeno traço horizontal. Praticamente, não dava para se notar o nariz e a pele do ser tinha uma coloração marrom escura. Apresentava ainda um capacete dourado envolvendo sua cabeça, que a diferenciava dos seres capturados. O suposto ET estava totalmente imóvel. Seus olhos, entretanto, abriam e fechavam. Ainda segundo dona Terezinha, aquele ser estava a apenas 5 m de distância da varanda do restaurante, para onde havia se dirigido sozinha


Mortes no zoológico

Sobre forte impacto emocional, ela entrou no salão onde era realizada a festa e pediu para seu marido levá-la embora, só revelando mais tarde sua experiência. Curiosamente, nos dias que antecederam o acontecimento, morreram de maneira misteriosa, no mesmo zoológico, vários animais que, apesar de terem suas vísceras estudadas, não se sabe do que morreram. “Não foi encontrado qualquer sinal que justificasse o acontecido”, declarou Ubirajara.

Em maio de 1996, poucos dias depois do incidente com dona Terezinha, mais uma criatura apresentando semelhança com as anteriormente descritas foi avistada, desta vez aparentemente tentando atravessar a estrada que liga Três Corações à vizinha Varginha. A testemunha foi o estudante Ildo Lúcio Gardino e o encontro aconteceu quando ele passava com seu carro bem em frente à propriedade de onde o casal Eurico e Oralina teve o avistamento de uma nave em forma de fuso, no mês de janeiro.

O aspecto mais delicado e ao mesmo tempo mais controverso do caso, entretanto, é, sem dúvida, a morte do policial militar Marco Eli Chereze, um dos integrantes do serviço de inteligência que participaram da captura da segunda criatura, ocorrida na noite de 20 de janeiro. Logo nos primeiros meses das investigações, surgiram a partir de outras fontes, principalmente através de um militar da reserva, informações sobre um policial que havia falecido de infecção generalizada após ter tido contato direto com um dos seres. Devido à gravidade da situação, o assunto foi tratado com todo o cuidado pelos pesquisadores envolvidos na investigação, enquanto Ubirajara Rodrigues buscava mais informações.

O ufólogo confirmou num cartório civil em que são registradas mortes em Varginha, que um policial havia realmente falecido pouco tempo depois da captura das criaturas. Ubirajara conseguiu uma cópia do registro de óbito e, através das informações constantes no mesmo, pôde localizar a família do rapaz. Progressivamente, foi ficando claro que um dos militares envolvidos no recolhimento da segunda criatura tinha sido o falecido. Uma mesma testemunha militar empregada anteriormente declarou que teve contato com membros do Exército relacionados com o rapaz morto, e que estes revelaram que, naquela noite, no momento da captura, a criatura teria esboçado uma leve reação e o policial teria tocado sem luvas em seu braço esquerdo. Para alguns de seus companheiros, ele havia sido contaminado de alguma maneira.

A família de Marco Chereze conseguiu, inicialmente, apenas abrir um inquérito na delegacia local, para apurar possíveis responsabilidades médicas que teriam levado à sua morte. Os parentes fizeram isso porque, poucos dias depois de 20 de janeiro, havia surgido um furúnculo numa das axilas do soldado, extraído logo em seguida nas dependências do próprio quartel da corporação. O que mais chamava a atenção da família de Chereze foi a total falta de informações sobre o estado de saúde e a morte do rapaz. Ele foi enterrado e, mesmo assim, meses depois, ninguém sabia exatamente os motivos de seu óbito. O próprio delegado de Varginha que presidiu o inquérito, apesar de sua insistência perante à corporação militar em que Chereze servia, não conseguiu ter acesso à documentação oficial ligada à necrópsia do soldado. A sonegação de informações sobre tal fato é simplesmente um desrespeito à família.

Caso Varginha III

Irritação dos militares

A parte mais ilustrativa e interessante desse documento, está ligada aos depoimentos supostamente prestados por vários militares que tiveram, segundo nossas fontes, envolvimento nas operações de captura e transporte das criaturas para fora de Minas Gerais, ou no processo de acobertamento.

Esses depoimentos teriam sido prestados ao coronel Renê Jairo Fagundes, responsável pela referida
sindicância – outro nome diretamente envolvido com o caso e a política de sigilo da ESA, que ainda não havia sido divulgado. Aparentemente, segundo a documentação a que tivemos acesso, todos os depoentes tiveram que responder se conheciam ou tinham tido algum tipo de contato com os pesquisadores Ubirajara Rodrigues e Vitório Pacaccini.

Os militares revelavam também onde estavam nas datas e horários críticos relacionados ao caso, e o que faziam nesses momentos, o que era uma das indagações que o general Lima não respondera na entrevista à imprensa. Estas páginas informam ainda, em termos gerais, o nome de testemunhas – geralmente outros militares – que poderiam confirmar a versão do suposto depoente.

Não é muito difícil de se imaginar, especulando-se um pouc
o, que os procedimentos desta sindicância foram inspirados em boa parte nos questionamentos feitos ao general Lima pelo já mencionado jornalista que o interpelou (sobre o que estavam fazendo os militares nas datas e horários divulgados pelos ufólogos), que o deixou tão irritado. O mais impressionante é uma informação que recebemos de outra fonte, que serviu durante muitos anos na ESA e hoje reside no norte do país.

Segundo ele, pelo menos parte dos depoimentos constantes em tal sindicância, que constituem a documentação a que tivemos acesso, não foi prestada no sentido literal. De acordo com nossa nova fonte, não passariam de uma peça de ficção criada dentro do processo de acobertamento, desenvolvida para que os militares envolvidos com a história –
principalmente os que possuíam patentes inferiores – assinassem e se comprometessem com a política de sigilo. Ainda segundo tal informante, cujo nome ainda não pode ser revelado, havia um temor por parte do comando da ESA de que um ou mais dos militares envolvidos no Caso Varginha se desligassem do Exército e revelassem a verdade.

Se isso acontecesse, pelo menos na visão limitada dos que imaginaram e desenvolveram a idéia da sindicância, o Exército teria em mãos uma outra versão para ser utilizada em defesa da “verdade oficial”. Esses documentos apresentam detalhes como a filiação dos depoentes, os números de suas identidades militares e suas declarações perante o sindicante, coronel Fagundes. Mas eles não estão assinados, ou melhor, não são as cópias
assinadas, que imaginamos terem sido posteriormente arquivadas. Por exemplo, na página referente ao suposto depoimento do comandante das operações, o tenente-coronel Santos, existem várias perguntas cujas respostas não estão impressas, o que não acontece nas páginas referentes aos demais depoentes.

As respostas adequadas não haviam ainda sido estabelecidas? Isso tudo fortalece a idéia que nosso segundo colaborador, relacionado a este aspecto do caso, está mesmo falando a verdade. Colocamo-nos diante de uma peça de ficção, mas de sérias conseqüências. De algo com dupla finalidade: preservar a versão oficial da ESA e fazer pressão sobre os membros de seu contingente. Essa pressão, ao contrário do documento que a gerou, não é ficção.




Reconstituição da história


Em 05 de maio de 1996, dia seguinte ao da reunião em que divulgamos pela primeira vez nomes de membros da ESA envolvidos no caso, vários deles teriam sido presos, confinados em suas instalações. O curioso nessa história é que, na visão do comando da ESA, nossos informantes militares, que prestaram seus depoimentos voluntariamente, tinham que estar sempre entre as patentes mais baixas. Com o passar dos meses, surgiram outros militares do Exército, da Força Aérea Brasileira, bombeiros e membros da Polícia Militar de Minas Gerais, além de um número expressivo de civis, todos contrários ao processo de acobertamento, que passaram a nos ajudar a reconstituir progressivamente a história.

Soubemos através de outra testemunha militar, um operador de radar do Rio de Janeiro, que, desde o final de 1995, UFOs vinham sendo detectados cada vez com mais freqüência sobrevoando o sul de Minas. Segundo ele, esta atividade cresceu ainda mais a partir do dia 13 de janeiro de 1997. Nessa data, segundo o piloto de ultraleve Carlos de Souza, um objeto voador não identificado e de aparência metálica, em forma de charuto, caiu numa fazenda próxima à Rodovia Fernão Dias, entre as cidades de Varginha e Três Corações. Souza era a mais nova testemunha do caso, localizada pelo ufólogo Claudeir Covo. Ele alega ter observado o aparelho ainda em vôo, em chamas, que seguiu a trajetória da rota até o suposto lugar da colisão. Ao chegar ao ponto de impacto, situado na Fazenda Maiolino, teria encontrado militares do Exército recolhendo os destroços.

Segundo o piloto, que se dirigia a um local onde aconteceria um campeonato de ultraleve, havia no local dois caminhões, uma ambulância militar e um helicóptero – mas nenhum sinal dos possíveis ocupantes do artefato. Souza alega ainda que, ao ser notado pelos militares, foi expulso da área e posteriormente seguido. Ao parar num posto de gasolina da Fernão Dias, foi abordado por uma pessoa não identificada, que havia chegado ao local com um acompanhante, ambos num carro Opala.


Queda do UFO confirmada

O cidadão abordou o piloto e “sugeriu” que esquecesse o que tinha visto. Na realidade, segundo a testemunha, houve mais do que uma simples sugestão: um tom de ameaça no ar. Souza preferiu seguir o conselho, permanecendo em silêncio durante vários meses, até que, lendo uma matéria sobre o caso, de autoria de Covo, resolveu procurar o pesquisador e relatar o sucedido. Em relação à queda de uma nave não terrestre em Varginha, existem outras confirmações de sua ocorrência inequívoca, entre elas testemunhas militares que também revelaram ter visto chegar à ESA dois caminhões carregando os fragmentos metálicos. Isso para não falarmos dos depoimentos do senhor Eurico de Freitas e sua esposa, dona Oralina, que informaram ter observado, próximo à cidade, numa madrugada daquela semana, um objeto voador em forma de cilindro e de aspecto metálico, aparentemente com problemas, voando baixo e soltando algo semelhante à fumaça.

Mas, se as primeiras referências à queda do objeto estão relacionadas ao dia 13 de janeiro, todas as testemunhas até hoje revelam que a primeira criatura foi capturada somente na manhã do dia 20, mais exatamente às 10h30, por membros do Corpo de Bombeiros, no bairro Jardim Andere de Varginha. Participaram de sua captura, segundo nossas fontes, o sargento Palhares, o cabo Rubens, os soldados Nivaldo e Santos. Esteve também no local o próprio comandante dos bombeiros de Varginha, major Maciel, que seria transferido nos dias seguintes para a cidade de Poços de Caldas (MG).

A criatura estava visivelmente ferida e, após sua captura, feita com a ajuda de uma rede, foi transferida para uma caixa de madeira e retirada da cidade no interior de um caminhão do Exército. Em julho de 1999, fui convidado a fazer uma palestra para um grupo da Ordem Rosacruz de Poços de Caldas, para onde o comandante do Corpo de Bombeiros de Varginha havia sido transferido após a captura de um dos seres. Na oportunidade, fui entrevistado pelos principais jornais da cidade, que deram amplo destaque às minhas pesquisas sobre o Caso Varginha. Durante uma dessas entrevistas, o jornalista que a realizou não pôde contar com a presença do fotógrafo e horas depois me procurou no hotel onde estava hospedado, para obter algumas fotos minhas para a matéria, que seria publicada no dia seguinte.

Depois de completar seu trabalho, fui questionado pelo mesmo sobre minha visão a respeito do caso. Para minha surpresa, logo em seguida, o profissional revelou-me que, após a transferência de Maciel para Poços, tinha se tornado íntimo do militar e já havia comentando com ele sobre o caso ocorrido no sul de Minas.






Caso Varginha II

Uma reunião histórica

Na manhã de 04 de maio, os investigadores convidados começaram a chegar, e prontamente começaram as discussões. Naquela tarde é que foram tomadas as decisões mais importantes pertinentes às informações que seriam passadas para os representantes da imprensa de vários jornais, redes de televisão e rádios presentes, que aguardavam ansiosos por um pronunciamento oficial dos envolvidos nas pesquisas. Por volta das 15h00, em meio aos debates, Pacaccini adentrou o auditório solicitando-me que o acompanhasse. Fomos rapidamente de carro até a rodoviária de Varginha, pois uma das principais testemunhas militares, que já estava colaborando com as investigações, estava chegando à cidade. O militar já havia prestado depoimento antes, mas nada havia sido gravado.

Diante da relevância de suas informações, ele tinha sido convencido a prestar um novo depoimento, que desta vez seria gravado em segredo e às escondidas de seus superiores. Minha missão foi justamente gravar seu depoimento, ao ser entrevistado por Pacaccini. A gravação foi realizada num imóvel seguro e desocupado. Era um local seguro para tal ato, visto que a cidade estava em polvorosa e os oficiais da Escola de Sargentos das Armas (ESA), da qual saíram os soldados que capturaram as criaturas, estavam vigilantes para que nenhum subordinado da instituição revelasse a verdade. Assim, durante aproximadamente 45 minutos, assisti a uma história impressionante. Essa testemunha havia tido contato direto com uma das criaturas e havia participado do comboio militar que a retirou da cidade, já morta. Era a primeira vez na história da Ufologia Brasileira que tal fato ocorria.

Após deixarmos o militar novamente na rodoviária de Varginha, Pacaccini me levou até as proximidades do auditório, um anexo da residência de Ubirajara na época, onde estava sendo realizada a reunião, e foi buscar dona Luísa e suas filhas para também participarem. Ao retornar à reunião, tomei conhecimento de que muitos dos colegas ufólogos presentes eram contra a divulgação dos nomes dos militares envolvidos nas operações, conseguidos através de nossas testemunhas militares. Expus a Claudeir e a Ubirajara que dificilmente teríamos outra oportunidade como aquela e argumentei que, se não apresentássemos aos jornalistas algo realmente de importância sobre o caso, dificilmente eles retornariam numa outra ocasião, quanto tivéssemos novas revelações a fazer. Os dois pesquisadores tinham exatamente a mesma posição, e resolvemos ignorar as opiniões da maioria dos ufólogos presentes. Seriam omitidos apenas alguns pequenos detalhes que poderiam servir para identificar as testemunhas militares, colocando-as em risco.

Alguns minutos depois dos debates entre ufólogos, Ubirajara abriu o auditório aos repórteres e dona Luísa Helena e suas filhas foram apresentadas à imprensa, prestando um detalhado depoimento sobre a tentativa de suborno que sofreram. Logo em seguida, o pesquisador Claudeir Covo, co-editor de Ufo, leu um manifesto assinado por membros de 10 dos principais grupos de pesquisas do país, reafirmando a importância do caso, que conclamava outras possíveis testemunhas a procurarem os pesquisadores. Em seguida, Pacaccini divulgou os detalhes básicos do episódio e os nomes de alguns dos militares da ESA envolvidos nas operações. Na oportunidade, citou o tenente-coronel Olímpio Vanderlei Santos, que, segundo o depoimento que eu havia acabado de gravar, teria sido o comandante das operações. Referiu-se ainda ao capitão Ramirez e ao tenente Tibério, da Polícia do Exército, citando também o sargento Pedrosa, o cabo Vassalo e os soldados Cirilo e De Melo.


“Brincar de fazer Ufologia”


Era evidente para todos que estava se fazendo história na Ufologia Brasileira, e todos os presentes, de uma forma ou outra, faziam parte dela – mesmo aqueles que tinham votado contra a divulgação dos nomes dos militares, temendo alguma represália. Naquela mesma noite, os telejornais das emissoras locais colocaram no ar todo o fato, citando os nomes de alguns dos militares da ESA envolvidos nas operações de captura e transporte das criaturas. A partir daquele dia ficava claro que os principais pesquisadores do caso não estavam “brincando de fazer Ufologia”, como garantiu Ubirajara, momentos antes do final da reunião com os jornalistas.

Nessa declaração havia, é claro, um certo grau de decepção com aqueles companheiros que não estavam dispostos a assumir maiores responsabilidades e tinham sido contrários à divulgação dos nomes dos militares. A reação dos militares não tardou: eles marcaram para 08 de maio um pronunciamento do comando da Escola de Sargentos das Armas. Já sabíamos que tudo seria cabalmente negado por eles, mas não contávamos com a falta de habilidade demonstrada pelo comando da instituição para lidar com o problema. Foi lamentável. No dia marcado, o general-de-brigada Sérgio Pedro Coelho Lima, comandante da ESA, leu uma nota de poucas linhas, cujo teor rechaçava qualquer envolvimento de seu contingente ou mesmo de recursos da instituição com o caso. Não convenceu. Um dos jornalistas presentes, não satisfeito, perguntou ao general onde estavam os militares citados pelos ufólogos nos dias em que teriam ocorrido os fatos denunciados. Em resposta, o general simplesmente disse que “estavam trabalhando em prol do Exército e da Nação”.

Questionado se poderia provar isto, limitou-se a responder com outra questão: “provar para quem?” O mesmo jornalista insistiu, pois era visível a intenção dos militares de não esclarecer os fatos. O general Lima disse então que não tinha que provar nada a ninguém e se retirou.

Manobras de acobertamento

A partir daquela data ficava claro, pelo menos para parte da imprensa, que algo de grave estava sendo encoberto. O general Lima não voltaria a falar sobre o caso publicamente. Procurado dias depois pelo jornalista Goulart de Andrade para uma entrevista, segundo o próprio jornalista, Lima teria dito que recebera ordens de Brasília para não mais se pronunciar. Mas algo muito sinistro estaria sendo planejado dentro da ESA, para abafar a propagação do caso, uma manobra que se mostraria inócua, face ao volume de evidências acumuladas pelos ufólogos.

A partir do que havia sido divulgado na reunião de 04 de maio, também ficava evidente para o comando da ESA que, apesar das pressões que fazia para a manutenção do sigilo em torno do Caso Varginha, membros de seu contingente não estavam tão dispostos a manter o acobertamento quanto se imaginava. Na visão de tal comando, algo precisava ser feito. Assim, por um lado, era necessário identificar nossos informantes, aqueles que estavam colaborando com os investigadores civis, e, por outro, criar um tipo de mecanismo que exercesse ao mesmo tempo maior pressão sobre aqueles que tinham algo realmente a revelar e atenuar o impacto de uma declaração pública de um dos envolvidos diretamente com os fatos. A ESA estava trabalhando contra o relógio. A partir dessas necessidades, foi deflagrada no dia 10 de maio uma sindicância interna na instituição, através da portaria militar número 033-AJ-G2. O documento que a criou, ao qual tivemos acesso recentemente, através de um de nossos informantes militares, é assinado pelo próprio comandante da instituição, o general Lima.

Por incrível que possa parecer, as primeiras páginas dessa documentação, se forem examinadas sem maior cuidado, podem dar a entender que ela foi criada para que o comando da ESA conseguisse descobrir se seus membros e equipamentos tiveram ou não ligação com os fatos denunciados pelos ufólogos. Por exemplo, se transportaram ou não uma criatura extraterrestre para fora da cidade de Varginha. Mas será que o general Lima precisava desta sindicância para ter respostas desse tipo? É claro que não! Dois dias antes, em seu pronunciamento aos jornalistas, numa tentativa de convencê-los de que tudo não passava de uma fantasia, o general Lima já havia afirmado que nenhum membro do contingente da instituição ou mesmo quaisquer recursos ligados à ESA tinham tido qualquer forma de participação nos fatos que estavam sendo divulgados pela imprensa.

Algumas Instituições Envolvidas

no Caso Varginha: o Corpo de Bombeiros da cidade e a Escola de Sargentos das Armas (ESA), de onde partiram os homens que capturaram os seres. E os hospitais Regional do Sul de Minas e Humanitas, ambos de Varginha, para onde a segunda criatura foi levada.

Reabrindo o Caso Varginha

O caso mais importante da Ufologia Brasileira é
também o mais acobertado pelos militares
No início de 1996, o Brasil e o mundo foram surpreendidos com a notícia de que uma nave extraterrestre havia se acidentado na cidade de Varginha, no sul do Estado de Minas Gerais, e que alguns de seus tripulantes haviam sido recolhidos pelas autoridades. Nessa época eu residia na localidade de Itaipava, um distrito do município de Petrópolis, no interior do Rio de Janeiro. Lembro perfeitamente como, em uma noite de domingo, ao assistir ao programa Fantástico, da Rede Globo, tive o primeiro contato com essa fascinante história. A reportagem revelava que duas adolescentes, as irmãs Liliane e Valquíria Silva, juntamente com uma amiga mais velha, Kátia Xavier, ao passarem por um terreno baldio no bairro Jardim Andere, de Varginha, com o objetivo de cortarem caminho para chegar mais cedo à casa onde moravam, encontraram uma criatura de aspecto monstruoso agachada nas proximidades do muro de uma oficina mecânica. O ser “não era nem homem, nem animal”, disseram. Ao serem entrevistadas pelo programa, as testemunhas ainda estavam visivelmente abaladas. Elas haviam encontrado algo muito especial. Segundo elas, a criatura tinha pele marrom viscosa, olhos enormes de cor vermelha, e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era bastante volumosa. Não notaram sinais que indicassem a existência de boca ou nariz. A criatura apresentava ainda muitas veias saltadas, principalmente nos ombros, e seus pés eram proporcionalmente grandes. O ser parecia não se sentir bem, dando a impressão de estar entorpecido. Em poucos segundos, as três testemunhas partiram chorando em direção à casa das irmãs, imaginando, entre outras coisas, terem encontrado o diabo... A reportagem fazia menção, ainda, a boatos que corriam na cidade, segundo os quais a misteriosa criatura havia sido capturada por militares e passado por um dos hospitais de Varginha, antes de ser retirada da localidade. Essas informações faziam referência à participação de membros do Corpo de Bombeiros, Exército e da Polícia Militar locais. O advogado e ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues, então co-editor da Revista UFO e residente no mesmo bairro em que ocorreu o fato, entrevistado pelo Fantástico, já declarava que “alguma coisa de muito importante parecia estar sendo encoberta”. Mas, francamente, nesse meu primeiro contato com a história, não cheguei a ficar impressionado. No entanto, com o passar dos dias, acabei telefonando para Ubirajara e minha percepção das coisas começou lentamente a se modificar. Estávamos no limiar de uma investigação que iria revelar um dos casos mais importantes da Ufologia Mundial.

Proposta de suborno

Nos meses seguintes, estive várias vezes em Varginha para ajudar e participar das investigações, sempre a convite de Ubirajara, sem dúvida um dos maiores talentos da Ufologia Brasileira. Minha primeira visita à cidade ocorreu em 03 de maio, com o objetivo de participar de uma reunião que iria ocorrer no dia seguinte, na qual seriam passadas para vários pesquisadores e investigadores convidados as últimas informações conseguidas por Ubirajara e Vitório Pacaccini, membro do Centro de Investigação Civil de Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI), sediado em Belo Horizonte, que tinha já se
incorporado às investigações, colaborando com o pesquisador varginhense. Quando cheguei à rodoviária da cidade fui recepcionado por Pacaccini, que prontamente me colocou a par de uma verdadeira bomba.

Poucos dias antes, Luísa Helena Silva e suas filhas, Liliane e Valquíria, testemunhas primárias do caso, haviam recebido a visita de quatro homens vestidos de terno escuro, que não quiseram se identificar. O objetivo central desse contato foi simplesmente apresentar uma proposta de suborno à família. Os homens estavam dispostos a pagar o dinheiro que fosse necessário para que as filhas desmentissem o caso, ou seja, que negassem ter avistado a criatura no dia 20 de janeiro. Disseram que voltariam depois para saber a resposta. Informaram ainda que, caso aceitassem, seriam levadas para dar uma entrevista a um canal de televisão fora da cidade, para que desmentissem seus depoimentos anteriores. Era evidente que havia um projeto visando a desmoralização do caso, baseado nas primeiras testemunhas – da mesma maneira que havia ocorrido 50 anos antes com o Caso Roswell.

Elias Seixas: um rico exemplo de abdução na Ufologia Brasileira

Elias Seixas de Mattos, era um caminhoneiro carioca em 1980, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou à pesquisadora Irene Granchi e ao hipnólogo Silvio Lago.
No dia 25 de setembro de 1980, Elias e os acompanhantes na boléia do caminhão, seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza, voltavam de Goiás, onde tinham ido deixar uma carga. Durante a viagem de volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.

No caminho, quando estavam a 100 km de Conceição do Araguaia (GO), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar.

Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo. Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de 'fogo no mato' a cerca de 1,5 km e resolveram investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir. Assim os três voltaram, entram no caminhão e continuaram o percurso.

Elias Seixas continuou ao volante. Guaraci, o outro passageiro, carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um por cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu. A partir daí, nenhum deles lembrava-se de da seqüência de acontecimentos muito bem, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois das 23h30, como esperavam.

Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi. A partir desse primeiro contado, suas histórias –e a de Elias com mais destaque que as dos demais– foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos.

Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.

Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de "cama" onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres). Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.

Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma "base" espacial, localizada em Marte. Ali ele pode ver –sem ser visto– uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.

O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que foi trazido de volta à Terra. Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham dois metros e dez altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada.

Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão, após o que lembrava- se novamente de já estar na cabine. Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram muito pouco combustível para a distância percorrida.

O suposto abduzido teve ainda seqüelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao suposto encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico. O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se tivesse feito uma cirurgia. A marca no peito, por terem aparentemente introduzido um aparelho, permaneceu.

Até hoje Elias apresenta seu relato em congressos e palestras, tendo tornado-se um clássico e rico exemplo da abdução, amplamente aceito pela Ufologia nacional, mesmo que não se tenha notícias de um estudo aprofundado de suas seqüelas por alguma Universidade ou extração de seus supostos implantes para pesquisa em laboratórios especializados.