quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Reabrindo o Caso Varginha

O caso mais importante da Ufologia Brasileira é
também o mais acobertado pelos militares
No início de 1996, o Brasil e o mundo foram surpreendidos com a notícia de que uma nave extraterrestre havia se acidentado na cidade de Varginha, no sul do Estado de Minas Gerais, e que alguns de seus tripulantes haviam sido recolhidos pelas autoridades. Nessa época eu residia na localidade de Itaipava, um distrito do município de Petrópolis, no interior do Rio de Janeiro. Lembro perfeitamente como, em uma noite de domingo, ao assistir ao programa Fantástico, da Rede Globo, tive o primeiro contato com essa fascinante história. A reportagem revelava que duas adolescentes, as irmãs Liliane e Valquíria Silva, juntamente com uma amiga mais velha, Kátia Xavier, ao passarem por um terreno baldio no bairro Jardim Andere, de Varginha, com o objetivo de cortarem caminho para chegar mais cedo à casa onde moravam, encontraram uma criatura de aspecto monstruoso agachada nas proximidades do muro de uma oficina mecânica. O ser “não era nem homem, nem animal”, disseram. Ao serem entrevistadas pelo programa, as testemunhas ainda estavam visivelmente abaladas. Elas haviam encontrado algo muito especial. Segundo elas, a criatura tinha pele marrom viscosa, olhos enormes de cor vermelha, e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era bastante volumosa. Não notaram sinais que indicassem a existência de boca ou nariz. A criatura apresentava ainda muitas veias saltadas, principalmente nos ombros, e seus pés eram proporcionalmente grandes. O ser parecia não se sentir bem, dando a impressão de estar entorpecido. Em poucos segundos, as três testemunhas partiram chorando em direção à casa das irmãs, imaginando, entre outras coisas, terem encontrado o diabo... A reportagem fazia menção, ainda, a boatos que corriam na cidade, segundo os quais a misteriosa criatura havia sido capturada por militares e passado por um dos hospitais de Varginha, antes de ser retirada da localidade. Essas informações faziam referência à participação de membros do Corpo de Bombeiros, Exército e da Polícia Militar locais. O advogado e ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues, então co-editor da Revista UFO e residente no mesmo bairro em que ocorreu o fato, entrevistado pelo Fantástico, já declarava que “alguma coisa de muito importante parecia estar sendo encoberta”. Mas, francamente, nesse meu primeiro contato com a história, não cheguei a ficar impressionado. No entanto, com o passar dos dias, acabei telefonando para Ubirajara e minha percepção das coisas começou lentamente a se modificar. Estávamos no limiar de uma investigação que iria revelar um dos casos mais importantes da Ufologia Mundial.

Proposta de suborno

Nos meses seguintes, estive várias vezes em Varginha para ajudar e participar das investigações, sempre a convite de Ubirajara, sem dúvida um dos maiores talentos da Ufologia Brasileira. Minha primeira visita à cidade ocorreu em 03 de maio, com o objetivo de participar de uma reunião que iria ocorrer no dia seguinte, na qual seriam passadas para vários pesquisadores e investigadores convidados as últimas informações conseguidas por Ubirajara e Vitório Pacaccini, membro do Centro de Investigação Civil de Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI), sediado em Belo Horizonte, que tinha já se
incorporado às investigações, colaborando com o pesquisador varginhense. Quando cheguei à rodoviária da cidade fui recepcionado por Pacaccini, que prontamente me colocou a par de uma verdadeira bomba.

Poucos dias antes, Luísa Helena Silva e suas filhas, Liliane e Valquíria, testemunhas primárias do caso, haviam recebido a visita de quatro homens vestidos de terno escuro, que não quiseram se identificar. O objetivo central desse contato foi simplesmente apresentar uma proposta de suborno à família. Os homens estavam dispostos a pagar o dinheiro que fosse necessário para que as filhas desmentissem o caso, ou seja, que negassem ter avistado a criatura no dia 20 de janeiro. Disseram que voltariam depois para saber a resposta. Informaram ainda que, caso aceitassem, seriam levadas para dar uma entrevista a um canal de televisão fora da cidade, para que desmentissem seus depoimentos anteriores. Era evidente que havia um projeto visando a desmoralização do caso, baseado nas primeiras testemunhas – da mesma maneira que havia ocorrido 50 anos antes com o Caso Roswell.

Elias Seixas: um rico exemplo de abdução na Ufologia Brasileira

Elias Seixas de Mattos, era um caminhoneiro carioca em 1980, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou à pesquisadora Irene Granchi e ao hipnólogo Silvio Lago.
No dia 25 de setembro de 1980, Elias e os acompanhantes na boléia do caminhão, seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza, voltavam de Goiás, onde tinham ido deixar uma carga. Durante a viagem de volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.

No caminho, quando estavam a 100 km de Conceição do Araguaia (GO), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar.

Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo. Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de 'fogo no mato' a cerca de 1,5 km e resolveram investigar. Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir. Assim os três voltaram, entram no caminhão e continuaram o percurso.

Elias Seixas continuou ao volante. Guaraci, o outro passageiro, carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um por cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu. A partir daí, nenhum deles lembrava-se de da seqüência de acontecimentos muito bem, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois das 23h30, como esperavam.

Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi. A partir desse primeiro contado, suas histórias –e a de Elias com mais destaque que as dos demais– foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos.

Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guarani, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco.

Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de "cama" onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres). Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito. Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos.

Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma "base" espacial, localizada em Marte. Ali ele pode ver –sem ser visto– uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando.

O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que foi trazido de volta à Terra. Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham dois metros e dez altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada.

Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão, após o que lembrava- se novamente de já estar na cabine. Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram muito pouco combustível para a distância percorrida.

O suposto abduzido teve ainda seqüelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao suposto encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico. O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se tivesse feito uma cirurgia. A marca no peito, por terem aparentemente introduzido um aparelho, permaneceu.

Até hoje Elias apresenta seu relato em congressos e palestras, tendo tornado-se um clássico e rico exemplo da abdução, amplamente aceito pela Ufologia nacional, mesmo que não se tenha notícias de um estudo aprofundado de suas seqüelas por alguma Universidade ou extração de seus supostos implantes para pesquisa em laboratórios especializados.

Fotografia de um ciclone com uma luz estranha em sua ponta

Imagem escaneada da foto impressa
(As linhas verticais são devido a um problema com o jato de tinta que está na Impressora.)

San Lius Obispo is About 10 Miles Inland From Ocean

Doppler Radar Image From San Joaquin Valley Radar

Infrared Satellite Image Taken on Nov. 28, 2007 at 06:45 AM PST
(The Satellite Image Shows The High Clouds Seen in the Photo)

San Luis Obispo fica a aproximadamente 16 Km de oceano

Data do avistamento: 28 de dezembro de 2007


Horário do avistamento: 6 hrs :45min


Data da informação da ocorrência: 3 de janeiro de 2008


Duração do avistamento: Poucos segundos


Local do avistamento: Aproximadamente 3,2 Km ao sul de San Luis Obispo, na Califórnia na Rodovia 101 (Veja Mapa)


Latitude: 35,25 graus ao norte


Longitude: 120,68 graus a oeste


Número de Testemunhas: Uma


Tempo: Os ciclones estavam a 3,400 pés de altitude. Visibilidade era possível num raio de 16 Km. Ventos estavam em calmaria. A temperatura era 5,6ºC e a umidade relativa do ar era de 55%.


Descrição: A testemunha enviou um relatório. A testemunha viu o ciclone, mas não viu a luz até que a fotografia foi feita. Aparentemente também foram vistas outros três ou quatro ciclones. O movimento rotacional do ciclone foi visto.


Comentários: Pedimos mais informações sobre este avistamento. Minha convicção é que a luz é um fenômeno meteorológico e não qualquer coisa paranormal. Precisamos de alguns estudos adicionais para concluirmos este caso.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Serra do Roncador guarda mistérios e misticismos que atraem pesquisadores e ufólogos


Luzes que sobrevoam, entram e saem na Serra do Roncador, passagem para a terra dos descendentes de Atlântida ou para outra dimensão, são alguns dos mistérios e misticismos que atraem turistas do Brasil e exterior que vão conhecer o município de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, em Mato Grosso.

A Serra do Roncador é o berço de todas as lendas e relatos místicos. Ela recebe o nome de Roncador porque o encontro do vento forte com as rochas produz um som assustador. No entanto, alguns moradores da região dizem que o som vem do interior da terra, já outros que o som são de UFOs que rondam a região. A serra possui 600 m de altitude e mais de 1 mil km de extensão, inicia no Mato Grosso e vai até o Estado do Pará.

Os inúmeros relatos ufológicos e místicos inspiraram, há 12 anos atrás, o vereador Valdon Varjão a criar a Lei Municipal nº 1.840, sancionada pelo ex-prefeito Vilmar Peres de Faria em 5 de setembro de 1995, para a criação de uma reserva com cinco hectares destinada à construção de uma pista de pouso de UFOs, o Discoporto, no Parque Estadual da Serra Azul, próximo à Serra do Roncador.

Contudo, até hoje não foi construído o aeroporto alienígena. O que existem são painéis pintados e uma nave espacial feita com chapas de aço que enfeitam o local para os visitantes. Além disso, não existem registros de visitas de seres extraterrestres no espaço destinado ao Discoporto.

O secretário de turismo de Barra do Garças, Edvaldo Pereira da Silva, afirma que a prefeitura tem interesse em construir um observatório na forma de disco voador, com auditórios, salas de observação e museu fotográfico. "O município não possui recursos suficientes para construir sozinho esse espaço, por isso entregamos o projeto para o governo do Estado e o Ministério do Turismo e estamos aguardando um retorno. A administração apóia esse segmento, tanto que foi realizado há dois anos atrás um congresso internacional de ufologia", destacou Edvaldo Pereira.

Cinco grandes razões para os governos manterem os UFOs em segredo



Texto de
Stanton Friedman, físico que já trabalhou para gigantes como a Westinghouse e a General Electric, dedicou muito de sua vida adulta para aflorar indícios sobre a polêmica dos UFOs.


Tradução de Carlos
Alberto Arrebola, da Equipe de tradutores voluntários da Revista UFO.


Baseando-se em mais de 600 entrevistas de campo, Friedman concluiu que aeronaves alienígenas estiveram por perto de nós por décadas e que os governos tentaram manter uma capa inviolável sobre elas. Ele tem cinco razões para a cobertura massiva e sustentada que ele chama “o Watergate cósmico”:

1. Agentes do governo querem descobrir como aeronaves acidentadas funcionam.

2. Ninguém quer que nenhum governo inimigo saiba o que foi descoberto.

3. Se figuras públicas de credibilidade, como por exemplo, a rainha da Inglaterra e o Papa, descobrissem os UFOs, a sociedade seria sacudida, e os terráqueos começariam a pensar em si próprios como tal, ao invés de cidadãos de nações individuais.

4. O quarto problema é a perspectiva do fundamentalismo cristão de que alienígenas são “trabalho do diabo”. O fundador do 700 Club, Pat Robertson, e o falecido Reverendo Jerry Farwell disseram que “a Terra contém a única forma de vida inteligente no Universo”.

5. Uma confirmação pública levaria ao caos econômico e, em última análise, sigilo é um modo de vida do governo.

Após 37 anos, Irlanda revela documentos oficiais sobre UFOs



Texto de Alison Healy, do IrishTimes.
Tradução de Paulo Santos, Consultor da Revista UFO.

Se os americanos podem ter os seus arquivos x, então os irlandeses também podem! Depois de passar 37 anos adormecido em segredo, um dossiê das forças armadas da Irlanda falando sobre UFOs foi finalmente trazido à luz e liberado para o grande público.



Mas aqueles que esperam algum tipo de confirmação para a existência de homenzinhos verdes ficarão desapontados. A afirmação mais extraordinária contida nestes arquivos continua no campo dos discos voadores: Objetos em forma de frigideira com luzes coloridas piscando. Os registros mais antigos são de 1947.

Os documentos obtidos pelo IrishTimes através da lei de liberdade de informação, incluem também recortes de jornais falando de avistamentos, memorandos secretos e outras correspondências.

Há pouco tempo atrás as autoridades francesas e britânicas liberaram para o grande público documentos falando sobre avistamentos de UFOs. Já na Irlanda, o porta-voz do departamento de defesa afirmou que desde 1984 o Dossiê UFO não é mais guardado pelas forças armadas.

Entre os relatos revelados, está um anteriormente noticiado pelo IrishTimes e ocorrido em Boherlahan, próximo de Cashel, em 1984. O objeto era “marrom, tinha o formato de uma frigideira e possuía uma estranha protuberância na parte de cima”, informou o adolescente Conor Dwyer ao periódico na época. Uma outra testemunha, um garoto de 10 anos de idade, disse que o objeto fazia ruído de serra elétrica e que as luzes brilhantes o deixaram deslumbrado.

Descrito num memorando secreto encontrado em meio aos documentos está o relato de um objeto voador sobre o pântano de Donegal em maio deste mesmo ano. Um policial fora de serviço e um fazendeiro estavam cortando grama num terreno próximo a Falcarragh quando ouviram um ruído estranho. O policial olhou para cima e viu um objeto cinza passar rapidamente sobre a sua cabeça. Tinha a forma de ferro de passar roupas e possuía pequenas asas na traseira.

Este mesmo documento acrescenta que o policial ficou muito relutante em falar sobre o que aconteceu mas acabou concordando após receber garantias de que a sua identidade não seria revelada. O caso foi abordado um mês depois por uma revista de Phoenix que especulou se o objeto visto não poderia ser, na verdade, um míssil teleguiado lançado do mar.

Os registros mais antigos encontrados nestes arquivos datam de 1947. Um fazendeiro e um comerciante de Cahirciveen disseram à policia que viram surpreendente objeto circular “mais rápido que um carro motorizado” passar no céu. “Ele era achatado e grande como uma roda ou um prato largo... As bordas eram brancas e havia um buraco no centro dele”.

Dois meses depois o jornal Cork Examiner noticiou que dois padres viram separadamente, numa mesma tarde, uma espécie de “foguete” voando no céu. Mas o superintendente de polícia, por outro lado, afirmou que ficaria satisfeito se o relato fosse, na realidade, somente uma estrela cadente: “O pessoal da imprensa lá de Killarney gosta de seguir as tendências para se manter atualizado, e agora que começou esta moda de discos voadores, eles também querem colocá-los nas notícias. Especialmente quando conseguem ganhar algum dinheiro com isso”.

Eles Também caem no BRASIL ! ! !




No BRASIL tiveram vários casos, que eu saiba.


A queda de UFO na praia de Ubatuba em São Paulo, em 1957- e o caso Varginha do Sul Minas Gerais, em 1966, outro em São Paulo em 31 de outubro de 1963 que caiu dentro de um rio diante de várias testemunhas que presenciaram a queda, ao se vislumbrarem com um brilhante disco voador que parecia ser iluminado internamente, ele se movia lentamente nas copas das árvores quando bateu numa palmeira, balançou vertiginosamente e caiu dentro do rio.



Quando o objeto mergulhou a água parecia ferver. Depois desapareceu no fundo do rio.Mergulhadores chegaram logo em seguida, mas não conseguiram localizá-lo. Tentou-se novamente mediante a utilização de detectores de metal e sondas, porém em vão. O que quer que tenha caído naquele rio nunca foi encontrado. Outra queda no mar catarinense, em 02 - 07 - 1974.



Eram 15:30 pm - quando alguns pescadores avistaram um objeto discóide - com pequenos propulsores nas suas laterais - aproximar-se da praia e cair no mar, a aproximadamente 100m de onde estavam alguns pescadores, atônitos.



O objeto não apresentava qualquer tipo de luz. Acreditando que pudesse ser uma aeronave estrangeira, devido a sua tipologia discoidal os pescadores foram em direção ao local da queda para tentar salvar algum sobrevivente. Ubelino Severino encontrou apenas uma espuma na superfície da água. Afirmou que na medida em que chegava mais perto do objeto, ele afundava lentamente.



Quando os outros pescadores se aproximaram, no entanto, nada mais encontraram. Mesmo os mergulhadores mais experientes, como Jose Custódio, não se atreveram a mergulhar, pois as águas estavam muito escuras, o que dificultava a visibilidade. .Nessa altura, a possibilidade de encontrar sobrevivente era mínima.



Descartada a possibilidade de ser uma aeronave, já que o aeroporto de ITAJAÍ fica a somente um km do local do acidente, e nada tinha sido reportado ao mesmo de aeronaves naquele espaço aéreo. Entretanto, em pouco tempo à mídia descobriu o que tinha acontecido e a notícia foi se espalhando.



Os jornais de Santa Catarina e do rio grande do sul foram em busca de informação e investigaram o caso com seriedade. A praia foi invadida por curiosos, fotógrafos e jornalistas, obrigando o delegado da cidade a intervir no episódio. Para ele, as testemunhas estavam dizendo a verdade sobre o fato, pois os relatos coincidiam.



A capitania dos portos chegou, inclusive, a investigar o caso mais profundamente, embora não tivesse publicado um parecer oficial. O primeiro a investigar o episódio foi um grupo de escoteiros. Já em 1982, O pesquisador Carlos Alberto Machado, presidente do centro de investigação Exobiológica (CIPEX) , recomeçou a investigação.



Nos dias 13 e 14 de novembro, o CIPEX esteve na região colhendo os testemunhos e relatos dos moradores. Um deles, inclusive, dizia que os oficiais da capitania dos portos foram guiados até o local exato da queda pelo pescador Ubelino Severino.



Um mergulhador da marinha fez algumas buscas na tentativa de localizar o objeto, mas ao retornar conto que não viu nada. Entretanto, ao subir ao tombadilho teve uma conversa particular com alguns oficiais. Em seguida mergulhou novamente, desta vez carregando uma corda, com um gancho numa ponta e uma bóia sinalizadora noutra.



O comandante pediu para Ubelino que se alguém tentasse retirar ou mexer na bóia ele fosse avisado imediatamente. Como um bom soldado, mesmo sendo um civil, ele ficou olhando abóia a noite toda, até que não agüentou o cansaço e dormiu.



Na manhã seguinte, para sua surpresa, a bóia não estava mais lá. Imediatamente comunicou o comandante sobre o ocorrido, que desta vez não deu importância ao fato.



O que chamou a atenção de Carlos Machado foi o fato de que havia algo embaixo d'água, senão para que serviria a bóia? Alem desta ter desaparecido subitamente e ninguém ter dado importância. Outro detalhe interessante diz respeito à conversa do mergulhador com os oficiais no deck do navio e depois o fato dele ter mergulhado novamente para “amarrar" alguma coisa no fundo do mar. Naquela região, a pesca era feita por arrastão, ou seja, não há pedras ou algo que possa prender as redes. Entretanto, por semanas não foi possível pescar um peixe sequer, pois todos pareciam ter sumido. Os pescadores tiveram que seguir mar adentro para garantir o se sustento.



Durante anos. Carlos Machado, “deduz que aquela área é assolada por anomalias magnéticas no campo terrestre. Em razão disso, os UFOS poderiam ter dificuldade de locomoção , o que poderia ter causado a sua queda”.



Então veja bem, eu poderia ficar aqui várias horas relatando outros casos incontestáveis do fenômeno UFO, que se tem conhecimentos, embora, muitos casos não reportados, ou confundido com outras anomalias...



Comandante pediu para Ubelino que se alguém tentasse retirar ou mexer na bóia ele fosse acobertamentos e a. desinformação mais casos sem solução...


.Até... .

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Para estudar Ufologia, basta acreditar!


Quem que falou que precisa ser um técnico em fotografia para pesquisar o fenômeno UFO ?
Quem que falou que precisa ser um físico, ou um astrofísico, ou um cientísta?
Não é necessario!
Basta só o BÁSICO , de cada uma delas. Muintos profissionais desses citados , nunca viram nada de anômalos , mesmo se esforçando para vêr. E mesmo que eu apresentasse um ovni na cara deles , eles iriam falar assim:"- É , POIZÉ , ACHO QUE NÃO SEI O QUE É , NÃO TEMOS BASE CIENTÍFICA! Está fora dos nossos parâmetros de conhecimentos, talvêz se fosse algo terrestre eu teria uma posição."
Então pesquisador ufológico.... !
Estamos no mato sem cachorro, faça seu relato, e tire suas fotos , e guarde em seus arquivos vai mostrar para quem? O papa ?
Ou até aparecer alguem que dê uma luz, porque até agóra em vários anos ainda não encontrei ninguém, que tenha o mínimo de conhecimentos dentro desses parâmetros do fenômeno extraterrestre, embora eu seja um contatado com civilização extraterrestre, e passo as informações a medida que vou aprendendo com os amigos cósmicos , e sei que eles existem mas não posso provar .
Explica mas não justifica , ou enfim é algo complexo talvêz tenha que ser assim mesmo.
Qualquer um pode vêr um OVNI, ou algo anômalo nos céus ou na terra , captar imagem , não precisa ser um intelectual, ou possuir formação superior.
Note que a maioria dos avistamentos, relatos , fotografias , contatos , são feitas por pessoas simples, sem distinção de raça, cor, credo , e nação. ,,,,,eté.....